Kunst für die Revolution

Oct 14

“Lucrativo demais:
“1 Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas.
2 Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se opondo contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos.
3 Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser por aqueles que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá.
4 Pois é serva de Deus para o seu bem. Mas, se você praticar o mal, tenha medo, pois ela não porta a espada sem motivo. É serva de Deus, agente da justiça para punir quem pratica o mal.
5 Portanto, é necessário que sejamos submissos às autoridades, não apenas por causa da possibilidade de uma punição, mas também por questão de consciência.
6 É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho.
7 Deem a cada um o que lhe é devido: se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra.”” — Romanos 13

Sep 30

NÉ…

NÉ…

(Source: cozinhapaulista)

NÉ…

NÉ…

(Source: cozinhapaulista)

Sep 24

Kunst für die Revolution completou 4 anos hoje!

Kunst für die Revolution completou 4 anos hoje!

(Source: assets)

Jul 23

…encontro com uma pessoa que eu não gosto.

comoeumesintoquando:

image

(by Heloísa G.)

Mas e um idiota, parece uma criança.

Nov 26

Eu não sei por onde foi
Só resta eu me entregar
Cansei de procurar
O pouco que sobrou…

Nov 13

Shell smashed, juices flowing

Wings twitch, legs are going

Don’t get sentimental

It always ends up drivel

One day I’m going to grow wings

A chemical reaction

Hysterical and useless

Hysterical and …

Let down and hanging around

Crushed like a bug in the ground

Let down and hanging around

Sep 13

O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.

O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.

Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.

O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.

O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.

O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.

O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

May 04

“O mundo moderno tem um sistema para apoiar a economia e a economia é projetada para suportar as pessoas. A economia não o faz! Um mundo melhor teria um sistema para ajudar as pessoas … e as pessoas iriam apoiar a economia.” — Michael Reynolds

Apr 10

“Tolerar a existência do outro e permitir que ele seja diferente ainda é muito pouco. Quando se tolera, apenas se concede, e essa não é uma relação de igualdade, mas de superioridade de um sobre o outro.” —

 José Saramago

Mar 27

[video]

(Source: picanaorelatada)

Jan 30

(Source: picanaorelatada)

Jan 18

Olha a tatuagem da minha gatinha! *-*
ehauiheiaeae :D
fuckyeahtattoos:

This is my first tattoo and the photo was taken about two hours after doing it.
I always wanted do something in my body, and now i’m growing up and taking my own choices, finally fling.
It was done by Taiom in Brasília, Brasil

Olha a tatuagem da minha gatinha! *-*

ehauiheiaeae :D

fuckyeahtattoos:

This is my first tattoo and the photo was taken about two hours after doing it.

I always wanted do something in my body, and now i’m growing up and taking my own choices, finally fling.

It was done by Taiom in Brasília, Brasil

(via gengibirra)

Jan 14

Faturando com a doença alheia


Resumo do Teleton do Juvenal até agora. Arrecadamos:

Dagoberto: R$ 1.400.000

Xandão: R$ 1.150.000

Carlinhos: R$ 920.000

Jean: R$ 2.100.000

Caixeta: R$ 1.150.000

Marlos: R$ 9.200.000

Até agora, R$ 15.920.000 por nada. Esqueci de alguém?

via spfc2011